Uma nova visão sobre as mesmas coisas.

E aí pessoas, tudo em paz?

Já há algum tempo venho refletindo sobre o uso das redes sociais, se de fato elas são essenciais em nossa vida, no caso, na minha vida. Pois bem, fiz uma experiência, não sei se notaram, mas fiquei exatamente 60 dias sem acessar nenhuma delas. Apenas abri exceção para o WhatsApp por questões estritamente profissionais, devido a grupos de trabalho e de mentoria que atendo. Aliás, eu a uso apenas para trabalho mesmo!

Pois bem, algumas conclusões.

Ninguém percebe sua ausência. Sabe por quê?

  • Falta de atenção. Depois de um tempo o ser humano perde o poder de concentração. Atualmente ele não passa de 8 segundos. Um estudo desenvolvido pela Microsoft revelou que o tempo médio de atenção das pessoas caiu de 12 segundos em 2000 para oito em 2013. Acho que agora em 2017, quase 2018, deve ter caído ainda mais. A queda no nível de concentração coloca os humanos abaixo até mesmo de um peixinho dourado, que é capaz de se manter atento por até nove segundos.
  • Os usuários na sua grande maioria desejam ardentemente apenas falar, se expor, usar as redes sociais como vitrine de um narcisismo e enésima potência, diário juvenil ou muro das lamentações, portanto, não a utiliza como um canal de criação de novos e saudáveis relacionamentos, informação e aprendizado e, sobretudo, de ações solidárias de melhoria.
  • O mais grave a meu ver, a total falta de conteúdo, falta do que dizer, de recomendar ou mesmo poder de argumentação de uma ideia.

Os jovens, aqueles que já nasceram no mundo digital, não tiveram a chance ou mesmo não foram treinados, estimulados a terem contatos reais. Nunca levaram um “croque” numa roda de amigos por alguém mais experiente, por fazer um comentário errado fora de hora ou de contexto. Hoje é muito fácil, indolor, usar o espaço das redes para expressar todo o inconformismo com a vida, a rebeldia sem causa ou mesmo a falta de perspectiva profissional e pessoal. Disparar a metralhadora giratória e seja o que Deus quiser, uma vez que a sensação de anonimato é muito presente. Eu imagino que não seja só anonimato, mas a terrível e dolorosa sensação de insignificância.

Conclui o seguinte:

Não posso me calar. Ausentar-me, muito menos ignorar que estamos vivendo em uma sociedade enferma. Que cabe a nós: Professores, pais, profissionais mais experientes arregaçar as mangas e iniciar um processo de transformação. Se queremos um mundo melhor, um país melhor, um bairro melhor, temos que agir! Aliás, essa é a minha Hashtag Oficial #VAMOSAGIR.

Entendi que a falha no uso das redes sociais era minha. Afinal o emissor tem a responsabilidade da comunicação. Se desejo conviver com as pessoas que amo, respeito e quero trocar experiências, devo ser ainda mais ativo, inundando com conteúdo de qualidade, com informações relevantes, que busque criar uma nova visão sobre as coisas do nosso cotidiano. Que afinal, é o que todos queremos: Rir, aprender, emocionar-se, servir ao próximo.

Portanto, pretendo fazer a minha parte, o que também inclui; excluir aqueles que não querem fazer parte desse processo de evolução e continuam no seu mundo particular.

Como sempre gosto de concluir, o melhor a vida vai começar…

Bem esse é o toque que queria dar hoje!

Grande abraço

Ivan Lacerda Cavalcanti

Whats-App 11 950577617

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